RELATÓRIOS
Adopção: os bloqueios de um processo administrativo e
jurídico complexo
Índice
Agradecimentos
Introdução Geral
Capítulo I - Os filhos do
afecto: a evolução e a caracterização do instituto da
adopção em Portugal
1. Introdução: o longo caminho até à
consagração do interesse do adoptado
2. A evolução do regime jurídico da adopção em
Portugal (1966-2001)
2.1. Do Código Civil de 1966 à reforma de 1977 e
diplomas subsequentes (1967-1993)
2.2. A reforma de 1993: um novo impulso legal à
adopção (1993-1998)
2.3. O programa "Adopção
2000" (1998-2001): reestruturação e articulação de
serviços e alteração legislativa (Decreto-Lei n.º
120/98, de 8 de Maio)
3. O (actual) regime jurídico da adopção
3.1. Regras comuns à adopção plena e à adopção
restrita
3.2. A adopção e o registo civil
3.3. A adopção plena
3.4. A adopção restrita
3.5. A colocação no estrangeiro de menores residentes
em Portugal com vista à sua adopção
3.6. A natureza jurídica da adopção
4. Os novos tipos de família e a adopção
(união de facto hetero e homossexual)
A adopção por homossexuais na União Europeia
5. Conclusões
Capítulo II - A Adopção na
Experiência Comparada: Uma Breve Abordagem
1. Introdução
2. O Direito Internacional Público e os
Direitos da Criança
2.1. Os Direitos da Criança e a ONU
2.2. Os Direitos da Criança no âmbito dos países
europeus
3. A Adopção em Espanha
3.1. Condições relativas ao adoptante
3.2. Condições relativas ao adoptando
3.3. O processo de Adopção
4. A Adopção em França
4.1. Condições relativas ao adoptante
4.2. Condições relativas ao adoptando
5. A Adopção na Inglaterra e País de Gales
5.1. O movimento de reformas
5.2. Condições relativas ao adoptante
5.3. Condições relativas ao adoptando
5.4. O processo de Adopção
5.5. O processo de reforma
6. A Adopção na Escócia
6.1. Os serviços de adopção
6.2. A selecção dos adoptantes
6.3. Os serviços de apoio pós-adopção
6.4. Adesão da Escócia ao Registo de Adopção Nacional
do Reino Unido
7. A Adopção nos Estados Unidos da América -
breve referência
7.1. O processo de Adopção
7.2. Os serviços de Adopção
7.3. Projecto "Adoption 2000" e Lei da Adopção e das
Famílias Seguras (ASFA)
7.4. Implementação da ASFA
7.5. Procurar famílias adoptivas para crianças em
situação de guarda provisória
8. Conclusões
Capítulo III - Entre o risco
e a adopção: uma longa marcha para (algumas) crianças em
perigo
1. Introdução
2. O direito de protecção das crianças em perigo
2.1. Da Lei de Protecção da Infância de 1911 à Lei de
Promoção de Direitos e Protecção das Crianças em Perigo
de 1999
2.2. A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em
Perigo e a prevalência da família
2.3. O processo de encaminhamento para a adopção: a
definição do projecto de vida, a confiança
administrativa e a confiança judicial
3. A caracterização das crianças em perigo e o
seu encaminhamento para a adopção
3.1. As Comissões de Protecção de Crianças e Jovens:
a intervenção sobre crianças e jovens em perigo
3.2. Reflexão sobre a definição das crianças
adoptáveis entre as que estiveram sujeitas a intervenção
das CPCJ
4. A intervenção judicial na promoção dos
direitos e na protecção das crianças em perigo
4.1. Caracterização da intervenção judicial e das
crianças em perigo
4.2. A intervenção judicial na protecção de crianças
e jovens em risco e o seu encaminhamento para a adopção:
uma reflexão sobre a definição de "crianças adoptáveis"
5. As crianças e jovens institucionalizados no
sistema de Solidariedade e Segurança Social
5.1. Universo de crianças e jovens
institucionalizados no início do ano 2000
5.2. Caracterização das crianças e jovens em lares
5.3. Os percursos de vida das crianças e jovens antes
de ingressarem nos lares
5.4. As crianças institucionalizadas em lares e a
probabilidade do seu encaminhamento para a adopção
6. Dificuldades no encaminhamento de crianças e
jovens para a adopção: a opinião dos técnicos dos serviços
de Segurança Social, psicólogos, juristas e magistrados
6.1. A sinalização das crianças e jovens em risco:
uma maior sensibilidade à denúncia das situações das
crianças em risco
6.2. O processo de promoção e protecção de crianças e
jovens
6.3. As crianças em perigo e o encaminhamento para
adopção: a colocação de crianças sob a guarda de pessoa
idónea seleccionada para adopção (art.º 44.º da LPCJP)
6.4. O acolhimento das crianças e jovens: alguns
problemas
6.5. A entrega directa da criança para adopção pelos
pais
6.6. A definição do projecto de vida
6.7. A confiança administrativa
6.8. A confiança judicial na óptica dos centros de
acolhimento e dos organismos
de Segurança Social
6.9. Interferências entre processos de natureza
diferente
6.10. Os recursos humanos e a sua formação
6.11. A discrepância entre a procura (número de
candidatos) e a oferta (número de crianças em situação
de adoptabilidade)
7. Conclusões
Capítulo IV- Os organismos
de Segurança Social: um papel central (e essencial) na
protecção das crianças em perigo e na promoção da
adopção
1. Introdução: a importância da Segurança
Social no processo de encaminhamento para adopção
2. O Instituto de Solidariedade e Segurança
Social: os Centros Distritais de Solidariedade e Segurança
Social enquanto organismos de Segurança Social
2.1 Os "serviços de adopção" dos Centros Distritais
de Solidariedade e Segurança Social em acção: uma
auto-avaliação
3. A Santa Casa de Misericórdia de Lisboa e a
adopção no concelho de Lisboa
3.1. Caracterização do universo de crianças
institucionalizadas
3.2. Os constrangimentos ao funcionamento:
auto-avaliação
4. A adopção no distrito de Faro: uma
experiência inovadora de articulação entre a Segurança
Social, o Refúgio Aboim Ascensão e o Tribunal de Família e
Menores
5. A acção dos organismos de Segurança Social:
os olhar(es) do(s) diverso(s) interveniente)s) no(s)
processo(s) de adopção
Supervisão do acolhimento
Definição do projecto de vida
Confiança administrativa
Proposição da confiança judicial
Pré-adopção
Selecção de casais
Falta de Formação
6. A adopção internacional: a última esperança
7. Conclusões
Capítulo V- A Adopção no Sistema
Judicial
1. Introdução
2. O consentimento prévio
2.1. Os processos de consentimento prévio: alguns
indicadores estatísticos
2.2. Alguns factores de bloqueio
3. A confiança judicial
3.1. O processo de confiança judicial: alguns
indicadores estatísticos
3.2. Factores de bloqueio
4. A adopção plena
4.1. Os processos de adopção plena: alguns
indicadores estatísticos
5. Outros bloqueios
Complexidade do quadro jurídico
Cultura judiciária
6. Conclusões
Capítulo VI - Conclusões e
Propostas de reforma legal e organizacional dos
processos de intervenção social, administrativos e
judiciais no âmbito da adopção
1. Conclusões
2. As propostas de reforma legal e
organizacional
Referências Bibliográficas
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